As emissoras beneficiadas estão localizadas no Distrito Federal e em 17 estados brasileiros, abrangendo áreas como Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Um aspecto notável é que a maioria das renovações e concessões se refere a rádios comunitárias, que desempenham um papel crucial ao atender a comunidades específicas e compartilhar informações relevantes.
Essas rádios, que são sem fins lucrativos, operam em atividades que visam unir seus membros e facilitar o acesso à informação. O processo de concessão ou renovação, nesses casos, se dá através de uma autorização que não requer licitação e pode ser revogada a qualquer momento, sem direito a indenização. Além disso, quatorze projetos aprovados focaram na radiodifusão sonora em frequência modulada (FM), que, por sua vez, também requer permissão através de licitação.
No que diz respeito à radiodifusão de sons e imagens (televisão), apenas um projeto foi aprovado, especificamente para o município de Castro, no Paraná. Este caso requer concessão, que segue regras mais rígidas em termos de licitação e prazos.
Ainda no contexto da CCT, foi aprovada a realização de uma audiência pública para discutir os desafios enfrentados por pacientes com Hipertensão Pulmonar no acesso a diagnósticos e tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essa iniciativa foi proposta pelo senador Flávio Arns, destacando a preocupação da comissão com a saúde pública e a necessidade de abordar questões específicas que afetam a vida dos cidadãos.
Assim, a reunião da CCT representa não apenas um avanço na regulação da mídia no Brasil, mas também uma reflexão sobre o papel social das emissoras de rádio e as questões de saúde que demandam atenção imediata.





