A lista de pré-candidatos à presidência inclui figuras conhecidas da política nacional, como o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), entre outros. Este leque de candidatos reflete a diversidade ideológica e política que caracterizará o próximo pleito.
Além das eleições presidenciais, a nova portaria do TSE também determina os limites de gastos para candidatos a outros cargos, como governador, senador e deputados. Em relação aos governadores e senadores, os valores estabelecidos variam de acordo com a dimensão dos colégios eleitorais em suas respectivas unidades federativas. Para as candidaturas à Câmara dos Deputados, o valor fixado é de R$ 3,1 milhões, enquanto aqueles que concorrem às Assembleias Legislativas terão um teto de R$ 1,2 milhão.
Dentre os estados com os maiores tetos, São Paulo se destaca, permitindo que os candidatos ao Executivo, como o governador Tarcísio de Freitas e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, gastem até R$ 26,6 milhões no primeiro turno. Ao Senado, os limites são de R$ 7,1 milhões.
Outros estados, como Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, apresentam tetos de R$ 17,7 milhões até o primeiro turno e R$ 8,8 milhões no segundo turno, com despesas para o Senado limitadas a R$ 5,3 milhões.
Vale ressaltar que os montantes estabelecidos são os mesmos do pleito anterior de 2022. Essa decisão do TSE foi motivada pela ausência de atualização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e busca manter um equilíbrio financeiro entre os partidos, além de assegurar a estabilidade política nas disputas eleitorais. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, destacou que essa medida visa dignificar as políticas de inclusão, evitando que candidatos mais novos sejam ofuscados por detentores de mandatos já estabelecidos.





