Trump, que se posiciona como um defensor do diálogo, enfatizou: “Eu converso com todo mundo”, indicando sua disposição em se envolver com líderes que alguns consideram controversos. Ele destacou que, se Aoun solicitar que ele converse com o Hezbollah, ele o faria sem hesitação.
Durante o encontro, Trump descreveu o Líbano como uma nação que enfrentou muitos desafios e “duros golpes” nas últimas décadas. Ele ressaltou a importância de ajudar o país, afirmando que isso é crucial para estabilizar a região. Aoun, por sua vez, expressou gratidão a Trump, considerando que a mediação americana foi um feito “histórico”. O presidente libanês atribuiu a Trump uma influência única para convencer Israel a retirar suas tropas do sul do Líbano, facilitando a restauração da soberania do país.
Além disso, Aoun pediu que os Estados Unidos continuem a apoiar as Forças Armadas libanesas, destacando que a interrupção desse suporte poderia aumentar o risco de uma nova guerra civil no Líbano. A proposta gira em torno do fortalecimento do Exército libanês como parte de um plano que permitiria a retirada israelense em troca de um maior controle de segurança por Beirute.
Entretanto, enquanto as negociações avançam, o cenário permanece tenso. O Exército libanês já começou a deslocar tropas para zonas estratégicas, mas relatos indicam que forças israelenses dispararam nas proximidades, o que pode complicar a implementação do acordo. A situação exige vigilância e cautela, pois ambos os lados buscam um equilíbrio delicado em meio a um histórico de conflitos e desconfianças.





