As investigações apontam que o trio já vinha sendo monitorado desde junho deste ano. Imagens registradas pelas câmeras de segurança do santuário mostram a forma como o grupo agia, se aproveitando dos momentos de distração das vítimas para cometer os furtos. A presença de uma criança recém-nascida no grupo funcionava como um disfarce para evitar suspeitas.
A polícia divulgou as fotos dos suspeitos com o objetivo de identificar novas vítimas e alertar a população sobre a atuação criminosa do grupo. Além disso, a investigação não descarta a possibilidade de mais pessoas estarem envolvidas nas atividades ilícitas.
Os detidos foram autuados por associação criminosa, furto qualificado, concurso de pessoas e resistência. A identidade dos presos não foi revelada pelas autoridades policiais. As ações criminosas foram realizadas em um ambiente considerado sagrado por muitas pessoas, gerando repúdio e indignação na comunidade local.
Este episódio reforça a importância da vigilância e do trabalho conjunto entre autoridades e cidadãos para combater a criminalidade e proteger o patrimônio e a segurança de todos. As investigações prosseguem e novas medidas podem ser adotadas para evitar que casos semelhantes se repitam.
