Zenaide Maia lembrou os desafios enfrentados pela instituição em meio ao negacionismo, que ganhou espaço em alguns setores do governo durante a pandemia. Segundo a senadora, a Fiocruz se manteve firme, representando um “bastião de resistência” em defesa da ciência e da saúde, num momento em que muitos tentavam desacreditar a importância da vacinação e das pesquisas científicas. A parlamentar ressaltou que foi por meio do conhecimento científico que muitas vidas foram salvas em um período tão crítico.
Além de comemorar os sucessos passados, a senadora também fez um apelo por um maior investimento em ciência e pesquisa no Brasil. Ela alertou que a falta de recursos e de valorização dos pesquisadores tem levado muitos profissionais qualificados a deixarem o país em busca de oportunidades no exterior, o que é considerado uma grave perda para o desenvolvimento nacional. A senadora destacou que o investimento em ciência e saúde pública deve ser visto como uma prioridade e não como um gasto.
“Investir em ciência não é despesa. É construir soberania e promover o desenvolvimento econômico. Cortar recursos da ciência é um atraso para a nação”, afirmou Zenaide, sublinhando que a saúde e a pesquisa são pilares fundamentais para garantir o bem-estar da população brasileira e a evolução do país.
Diante dessas falas, fica evidente que o papel da Fiocruz vai além de um simples prestador de serviços de saúde; trata-se de uma instituição crucial para o futuro da ciência e da saúde pública no Brasil, reafirmando a necessidade de um forte comprometimento do governo com a valorização e o financiamento desse setor estratégico.





