Este reconhecimento é um marco significativo para Campo Largo, que se destaca por sua histórica produção de louças, especialmente voltadas para os segmentos de hotelaria e gastronomia. Na verdade, a cidade é responsável por um impressionante 75% da produção nacional desta categoria de produtos. A relevância econômica e cultural da indústria de louça na região foi amplamente discutida no Senado, onde o projeto de lei que resultou na nova designação (Projeto de Lei 2.896/2024) teve o apoio do senador Flávio Arns, representante do estado do Paraná pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).
A escolha de Campo Largo como a Capital Nacional da Louça não apenas homenageia sua longa tradição nessa atividade, mas também pretende impulsionar ainda mais o desenvolvimento econômico local e atrair investimentos para o setor. A cidade, que já é conhecida pela qualidade de seus produtos, agora pode contar com um incentivo extra para promover seu potencial em feiras e eventos, destacando-se como um polo de excelência na produção de cerâmica.
A indústria de louças de Campo Largo é um exemplo incrivelmente bem-sucedido de como um setor bem estruturado pode impactar positivamente a economia regional. Em um contexto onde a valorização da produção local nunca foi tão importante, o título de Capital Nacional da Louça pode funcionar como um catalisador para atrair novos negócios, além de proporcionar um espaço para a troca de experiências e a inovação. Assim, Campo Largo se posiciona não apenas como um centro de produção, mas também como um espaço de referência para o desenvolvimento de práticas e conhecimentos na arte da louçaria.





