Em suas palavras, o senador destacou a importância dos países se manifestarem e identificarem os acontecimentos como atos terroristas, após o ataque que resultou na morte de centenas de pessoas. No entanto, ele lamentou a postura do Brasil, que segundo ele, ficou “tergiversando” e não classificou o Hamas como uma organização terrorista.
Marcos Rogério ainda ressaltou a tristeza de ver brasileiros entre as vítimas desses ataques. Ele citou nominalmente as cariocas Karla e Bruna, assim como o gaúcho Ranani, que foram mortos enquanto se divertiam em Israel. O senador também levantou a possibilidade de haver brasileiros aprisionados pelo Hamas, que podem ter sido sequestrados.
Além disso, o senador fez uma comparação entre a postura do governo brasileiro em relação ao Hamas e a maneira como o governo classifica os invasores do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) como “terroristas”. Para ele, essa inversão de valores demonstra a falta de clareza do Executivo.
Marcos Rogério ainda ressaltou que o governo do PT, mesmo após os ataques que resultaram na morte de mais de 1,2 mil pessoas em Israel, se recusa a classificar o Hamas como um grupo terrorista. Para ele, é inaceitável que o governo defenda os invasores do Brasil como terroristas, mas não condene as ações do Hamas.
O senador finalizou seu pronunciamento lamentando mais uma vez a postura do governo brasileiro e pedindo uma posição clara e condenatória em relação aos acontecimentos em Israel, principalmente pelo fato de brasileiros também serem vítimas desses ataques.
É importante ressaltar que as declarações do senador foram feitas durante um pronunciamento e estão sujeitas a interpretações e debates sobre a questão. Contudo, suas críticas direcionadas ao governo brasileiro revelam a insatisfação de uma parcela da população com a postura adotada em relação ao Hamas e aos ataques a Israel.





