Rick chamou a atenção para a deficiência em áreas essenciais, como drenagem, abastecimento de água tratada, tratamento de esgoto e manejo de resíduos sólidos. Em seu discurso, ele lembrou que, apesar da aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento Básico em 2020, os desafios ainda persistem nos municípios, evidenciando a necessidade de um planejamento mais eficaz e a priorização de recursos para o setor. “A cada R$ 1 investido em saneamento, economiza-se R$ 5 em saúde”, ressaltou, citando dados da Organização Mundial de Saúde que ilustram a relação direta entre investimentos em saneamento e a melhoria na qualidade de vida da população.
Além disso, o senador ressaltou que o Brasil se comprometeu a alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, um objetivo ambicioso, mas necessário para garantir que todos os cidadãos tenham acesso a serviços de qualidade. Rick também mencionou que projetos estruturados para melhorar a infraestrutura de saneamento no Acre já existem e que é fundamental dar prosseguimento a essas iniciativas.
Para fortalecer essas ideias, ele planeja se reunir com o prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, com o intuito de discutir e implementar ações concretas que ajudem a expandir a infraestrutura de saneamento na cidade. A proposta do senador reflete uma necessidade premente de ação, principalmente no contexto da região amazônica, onde os desafios são exacerbados pela realidade socioeconômica e ambiental. O discurso de Alan Rick, portanto, se insere em um debate mais amplo sobre a importância do saneamento básico para a saúde pública e o desenvolvimento sustentável no Brasil.






