Varnhagen é reconhecido principalmente por sua obra em dois volumes intitulada “História Geral do Brasil até a Independência”, publicada entre 1854 e 1855. Essa publicação o destacou na historiografia nacional e garantiu-lhe um lugar de destaque nesse meio. Além disso, em 1877, ele liderou a primeira expedição científica que visava encontrar e mudar a capital federal do Rio de Janeiro para o Planalto Central, um feito significativo em sua carreira.
A senadora Mara Gabrilli destaca a importância de Varnhagen como militar, pesquisador, diplomata, historiador e homem público. Em seu projeto, ela ressalta que o Visconde de Porto Seguro tinha as condições intelectuais e profissionais necessárias para identificar desafios e transformá-los em soluções inovadoras e voltadas para o futuro, como foi evidenciado em sua expedição para a região das lagoas Formosa, Feia e Mestre d’Armas.
Com uma vasta contribuição para a historiografia brasileira e uma trajetória repleta de realizações significativas, a possível nomeação de Francisco Adolfo de Varnhagen como o Patrono da Historiografia Brasileira seria mais do que justa. A análise desse projeto na Comissão de Educação certamente levará em consideração o legado e a importância desse ilustre historiador para a história do Brasil.





