SENADO FEDERAL – Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto para adoção de praças públicas por empresas no Estatuto das Cidades.

Na última quarta-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou um projeto que tem o objetivo de incluir expressamente no Estatuto das Cidades a possibilidade de empresas adotarem praças públicas. O relator do projeto, Izalci Lucas (PSDB-DF), destacou que a intenção é proporcionar segurança jurídica para parcerias entre o poder público e a iniciativa privada.

O Projeto de Lei 2.494/2019 ainda precisa passar por turno suplementar de votação na CCJ antes de ser encaminhado à Câmara dos Deputados. A proposta visa regulamentar a adoção de praças públicas por empresas, estabelecendo diretrizes claras para esse tipo de parceria.

A legislação atual, contida na Lei 10.257, de 2001, já prevê a cooperação entre poder público e iniciativa privada, mas o projeto aprovado pela CCJ tem como objetivo deixar mais explícita a permissão para empresas adotarem praças públicas. Com isso, busca-se promover uma maior participação da iniciativa privada na manutenção e revitalização de espaços públicos, garantindo que essas parcerias sejam feitas de forma segura e de acordo com a legislação.

A aprovação do projeto na CCJ representa um avanço na busca por uma maior integração entre o poder público e o setor privado quando se trata da gestão de espaços públicos. A medida pode contribuir para a melhoria das praças e áreas de convívio, uma vez que as empresas que adotarem esses locais terão a responsabilidade de mantê-los em boas condições, oferecendo benefícios para a comunidade local.

A iniciativa também pode gerar impactos positivos para a economia, uma vez que a manutenção de praças públicas por empresas pode incentivar a preservação do patrimônio urbano, atraindo investimentos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável das cidades.

Portanto, a aprovação desse projeto representa um passo importante na busca por soluções inovadoras e mais eficientes para a gestão e preservação dos espaços públicos, demonstrando a importância do diálogo entre o setor público e privado na busca por melhorias para a sociedade como um todo.

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