Entre as iniciativas propostas, destaca-se a concessão de premiações para as atletas brasileiras que participaram do torneio-teste internacional de 1988, considerado o precursor da Copa do Mundo feminina, assim como para aquelas que disputaram a primeira edição oficial do torneio em 1991. Essa ação é uma forma de reconhecimento do legado e das conquistas das jogadoras que pavimentaram o caminho para as gerações futuras, refletindo uma mudança de paradigmática na valorização do futebol feminino no Brasil.
Além das discussões sobre a Copa do Mundo, os senadores também abordaram a necessidade de implementar políticas públicas voltadas para o esporte paralímpico, sublinhando a importância de garantir que todos os atletas tenham acesso a recursos e oportunidades adequados, independentemente de suas habilidades físicas. Essa perspectiva inclusiva é crucial não apenas para a promoção do esporte, mas também para a construção de uma sociedade mais igualitária, onde cada tipo de talento possa ser reconhecido e celebrado.
Com essa aprovação, o Brasil se posiciona como um forte candidato a não apenas receber, mas a também celebrar a diversidade e a inclusão através do esporte, evidenciando um compromisso em fomentar o talento feminino e em facilitar o acesso ao esporte para todos. À medida que o país se prepara para este grande evento, a expectativa é de que haja um impacto positivo na cultura esportiva nacional, promovendo a prática do futebol entre mulheres e jovens garotas em todo o território. A Copa do Mundo Feminina de 2027 não é apenas uma oportunidade de visibilidade, mas também um potencial catalisador para mudanças sociais significativas.





