Zequinha Marinho questionou como o Brasil pode estar atrás de nações como Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Equador, mesmo sendo a nona maior economia do mundo, com um PIB de US$ 2,13 trilhões e figurando entre as dez maiores economias globais. O senador destacou a discrepância entre a performance do Brasil e a de seus vizinhos, e levantou a questão sobre o que esses países estão fazendo de diferente para alcançar melhores resultados em termos de qualidade de vida e desenvolvimento humano.
O parlamentar também apontou para a situação crítica do arquipélago do Marajó, no Pará, que apresenta o pior índice de desenvolvimento humano municipal do país. Zequinha Marinho defendeu uma reavaliação das estratégias de investimento do governo federal, destacando a necessidade de corrigir erros e melhorar a condição de vida da sociedade brasileira como um todo. Ele também ressaltou que a carga tributária do Brasil é uma das mais altas do mundo, sugerindo que seja necessário repensar a forma como os recursos são alocados.
O senador concluiu seu pronunciamento afirmando que o debate sobre as políticas públicas e o orçamento do país deve ser levado a sério, e que é fundamental encontrar uma nova abordagem para resolver os problemas que afetam a população brasileira. Zequinha Marinho enfatizou a importância de aprender com os países menores que têm obtido resultados mais positivos em termos de desenvolvimento humano e qualidade de vida para sua população.





