Em seu comunicado, Maciel alertou para a gravidade da situação, indicando uma letalidade de 0,06 óbitos para cada 100 mil habitantes, um número acima da letalidade atual da dengue no Brasil, que é de 0,05 óbitos para cada 100 mil habitantes. Ela destacou a importância de se conscientizar a população sobre os riscos da Chikungunya, que além das sequelas graves que pode deixar nas pessoas, apresenta uma taxa de mortalidade maior do que a dengue.
O Chikungunya, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika, vem se mostrando uma grande preocupação para as autoridades de saúde no país. A necessidade de combater a proliferação do mosquito e a conscientização da população sobre a gravidade da Chikungunya são fundamentais para evitar mais mortes e complicações decorrentes da doença.
Diante desses dados alarmantes, é essencial que medidas eficazes sejam tomadas para controlar a disseminação do vírus Chikungunya e proteger a população brasileira. A atuação conjunta entre autoridades de saúde, governos e a sociedade civil se faz necessária para enfrentar essa grave questão de saúde pública e garantir a segurança e o bem-estar da população.





