No HC, a segurança na identificação do paciente utiliza ao menos dois elementos essenciais: o nome completo e a data de nascimento. Em circunstâncias específicas, o nome completo da mãe e o número do prontuário também são considerados, minimizando riscos em casos de nomes parecidos. A enfermeira Paula Souza, do Núcleo de Segurança do Paciente, enfatiza a importância dessa prática, que constitui uma barreira contra equívocos assistenciais, garantindo que o tratamento seja individualizado.
A diretora-geral do hospital, dra. Célia Fernandes, destaca que a segurança do paciente é um reflexo de dedicação diária aos protocolos que asseguram qualidade e respeito na assistência prestada. “A identificação correta, apesar de parecer simples, sustenta decisões cruciais ao longo do tratamento”, afirma a médica.
Para manter essa excelência, o Hospital da Cidade investe continuamente na capacitação de suas equipes, promovendo treinamentos e atualizações frequentes. A instituição, gerida pelo Maceió Saúde, referência em Alagoas, é um exemplo de gestão orientada à segurança e à eficiência.
A diretora-presidente do Maceió Saúde, Camila Porciuncula, ressalta que a cultura de segurança é central na gestão do hospital, assegurando um cuidado eficiente e humanizado. “Implementamos processos padronizados e reforçamos uma cultura institucional voltada à segurança do paciente”, diz Porciuncula.
O Maceió Saúde, responsável pelo hospital, é um modelo de boas práticas de governança, qualidade e inovação na assistência à saúde, comprometido com a melhoria contínua na gestão municipal de saúde.
