Dentre os parentes afastados estão Mariana Braide Brandão Carvalho, coordenadora da Secretaria de Saúde; Melissa Correia Lima de Mesquita Buzar, Elias Moura Neto, Ítalo Augusto Reis Carvalho e Gilberto Lins Neto. O ministro considerou que essas nomeações feriram o princípio de moralidade e ética no serviço público, uma vez que os parentes ocupavam cargos no segundo escalão do governo, não se enquadrando como cargos políticos.
Em sua decisão, o ministro destacou a importância de combater o nepotismo e a utilização de cargos públicos para benefício familiar, enfatizando que essa prática é inaceitável nos dias atuais. Ele ressaltou que é dever dos poderes do Estado agirem de forma ética e em prol do interesse público, sem beneficiar interesses particulares.
A determinação de Alexandre de Moraes foi vista como um passo importante no combate ao nepotismo no serviço público. A equipe de reportagem entrou em contato com a assessoria do governo do Maranhão para obter um posicionamento sobre a decisão do STF, aguardando retorno para esclarecimentos adicionais. O espaço está aberto para manifestações do governo em relação a essa decisão judicial que impactou a gestão estadual no Maranhão.





