Apesar de permitir o retorno de suas redes sociais, Moraes impôs uma multa de R$ 20 mil em caso de reincidência e a determinação de retirada de postagens consideradas ilegais. A medida de bloqueio das redes sociais foi tomada após um relatório do setor de combate à desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidido pelo próprio ministro, apontar que Monark continuava publicando vídeos em novas contas mesmo após a primeira determinação de bloqueio.
Além do bloqueio das redes sociais, Monark também teve suas contas bancárias bloqueadas e a monetização de seus canais suspensa. A defesa de Bruno Aiub argumenta que o inquérito aberto contra o influenciador é ilegal, pois trata a suposta divulgação de fake news como crime. Segundo os advogados, a disseminação de desinformação ou fake news deveria ser tratada como uma questão civil e não justificaria as medidas graves tomadas contra o influenciador.
Vale ressaltar que atualmente Monark reside nos Estados Unidos, o que poderá ter impacto no desenrolar do caso e nas ações que poderão ser tomadas pelas autoridades brasileiras. A liberação das redes sociais do influenciador levanta questionamentos sobre os limites da liberdade de expressão e os desafios enfrentados pelas plataformas digitais na moderação de conteúdo. O desfecho desse caso certamente continuará gerando debate e reflexões sobre o papel da Justiça e da mídia na era digital.





