Ereno esclarece que as postagens foram feitas com o propósito de crítica social, sem qualquer intenção de promover exploração sexual ou pornografia. Com relação às publicações em questão, a defesa sustenta que Jefferson não tinha conhecimento das idades das jovens cujas imagens foram manipuladas pela inteligência artificial nos vídeos.
Além disso, a defesa enfatiza que o influencer já expressou seu arrependimento e emitiu uma retratação pública, pedindo desculpas às vítimas, suas famílias e à comunidade da Congregação Cristã do Brasil, pelo desconforto gerado. Ao encerrar sua argumentação, os advogados de Jefferson destacam a importância de que o caso seja tratado com seriedade e dentro dos parâmetros legais, ressaltando a presunção de inocência. A defesa pede que não haja julgamentos precipitados que poderiam prejudicar não só Jefferson, mas também sua família, ressaltando que todo o processo será seguido nas esferas judiciais adequadas.
Jefferson de Souza, que conta com aproximadamente 55 mil seguidores nas redes sociais, é conhecido por seus vídeos que imitam o ex-apresentador Silvio Santos, além de conteúdos com temática religiosa.
Atualmente, ele é alvo de um inquérito policial após uma adolescente de 16 anos ter denunciado o caso à 8ª Delegacia da Defesa da Mulher em São Paulo. A investigação está sendo realizada por autoridades de Lençóis Paulista, conforme determinação judicial. A Congregação Cristã do Brasil, por sua vez, se posicionou dizendo que identificou Jefferson e está tomando as medidas internas cabíveis, reiterando que não aceita a divulgação de conteúdos dessa natureza sob nenhuma circunstância.
