O ataque, que chocou tanto os locais quanto visitantes internacionais, foi perpetrado na segunda-feira (20) por Julio César Jasso Ramírez, um jovem de 27 anos. Ele disparou contra os turistas na famosa Pirâmide da Lua, um dos monumentos mais emblemáticos do local. As motivações do agressor, conforme indicados em suas redes sociais, indicam um profundo desvio psicológico, sendo influenciado por eventos trágicos como o massacre na escola Columbine, ocorrido em 1999, além de fazer referências a temas de sacrifícios pré-hispânicos e a figuras históricas carregadas de atrocidades, como Adolf Hitler.
Após o ataque, Jasso Ramírez cometeu suicídio, deixando as autoridades em busca de respostas sobre seus problemas mentais e a razão por trás de sua ação violenta. Segundo relatos oficiais, o autor do crime agiu sozinho e enfrentava distúrbios psicológicos que comprometeram seu juízo.
A direção do sítio adotou uma série de medidas de segurança mais rigorosas para garantir a proteção dos visitantes, entendendo a necessidade de restabelecer a confiança no local, que é um importante destino turístico e cultural do México. A reabertura de Teotihuacan é um sinal de resiliência diante da tragédia e também uma tentativa de reafirmar seu papel como um lugar de aprendizagem e apreciação da rica herança pré-colombiana do país. À medida que o México se prepara para eventos de grande porte, como a Copa do Mundo, a segurança e a proteção do turismo tornam-se uma prioridade crucial para as autoridades e a população local.
