O procedimento foi realizado pela dermatologista Cristina Martinez Zugaib Abdalla, que esclareceu à imprensa que a lesão foi provocada pela exposição prolongada ao sol, sendo uma condição considerada bastante comum em todo o mundo. A especialista ressaltou a importância da remoção, afirmando que a decisão foi tomada para evitar potenciais complicações, como o crescimento da lesão e o risco de sangramentos futuros.
Ambos os médicos garantiram que a cirurgia, chamada de queratose, foi realizada com sucesso e sem complicações. O durou aproximadamente uma hora, e o presidente não deverá enfrentar restrições significativas em sua rotina, permitindo que sua agenda de campanha à reeleição siga normalmente. Em tom leve, Kalil comentou que a única alteração visível poderá ser o uso de chapéu por parte de Lula, algo que o presidente já fez antes.
A alta médica do presidente está prevista para ocorrer por volta das 12h do mesmo dia, após o que ele retornará ao seu hogar. Contudo, como parte do pós-operatório, Lula deverá seguir algumas recomendações dos médicos, como usar chapéu e filtro solar para proteger a área tratada. Além disso, Kalil aconselhou que o presidente não participe de compromissos públicos programados para a próxima segunda-feira, 27 de abril, no interior de São Paulo.
Além do procedimento de remoção da lesão, Lula passou por uma infiltração no dedo polegar direito para tratar uma tendinite leve, conforme explicou Kalil. O presidente deu entrada no hospital na manhã do mesmo dia e havia chegado a São Paulo na noite anterior, com a intenção de permanecer na capital até a manhã de sábado, 25 de abril.
