O ditado popular entre turistas nos Estados Unidos, “quem converte não se diverte”, parece ter se concretizado para os paraguaios. Os torcedores desembolsaram quantias significativas e, em contrapartida, assistiram a um desempenho abaixo da expectativa de sua seleção, que foi amplamente dominada pelas rápidas jogadas dos americanos.
Logo antes do apito inicial, o ambiente no Sofi Stadium fervilhava com a cerimônia de abertura, que contou com a apresentação de artistas de renome, como Anitta e Kate Perry, que animaram o público com performances vibrantes. Eventualmente, 70.492 pessoas marcaram presença, envergando as cores vermelhas e brancas em apoio ao time da casa.
Dentro de campo, o domínio se refletiu rapidamente no placar. Logo aos 6 minutos, após um gol contra de Bobadilla, os Estados Unidos estavam em vantagem. O atacante Balogun se destacou, finalizando duas vezes até marcar um lindo gol antes do intervalo, ampliando a vantagem para 3 a 0. O Paraguai, com um elenco que mistura talentos da Europa e do Brasil, não conseguia encontrar seu ritmo e renasceu apenas na segunda etapa, quando Maurício conseguiu marcar um gol.
No entanto, a resposta americana foi imediata e contundente: Reyna fechou a conta com um gol espetacular aos 52 minutos, garantindo um resultado robusto para os anfitriões. A vitória não só reforça o potencial da seleção americana no torneio, mas também levanta questões sobre a capacidade do Paraguai em se reerguer no próximo jogo contra a Turquia.
Os torcedores locais, após o espetáculo vibrante, certamente saíram satisfeitos, enquanto os paraguaios terão que refletir sobre seu desempenho e se preparar para um desafio crucial que se aproxima.





