Diferentemente de 1994, quando a paixão norte-americana pelo futebol masculino era moderada, a Copa do Mundo de 2026 chega em um momento de ascensão para o esporte nos EUA. O sucesso da Major League Soccer (MLS), que tem atraído tanto audiência quanto investimentos, indica que os fãs deverão comparecer em massa aos estádios. Sob a batuta do técnico argentino Mauricio Pochettino, a equipe americana, que carece de uma estrela mundial, tem como principal ícone o habilidoso atacante Christian Pulisic. Com 27 anos e passagens por clubes como Borussia Dortmund e Chelsea, ele atualmente defende o Milan, na Itália. O jovem Gio Reyna, do Borussia Mönchengladbach, também se destaca como figura crucial no desempenho da seleção.
Na estreia, os EUA se depararão com o Paraguai, que fez uma campanha sólida nas Eliminatórias Sul-Americanas, classificando-se para o Mundial com apenas quatro derrotas em 18 jogos. O time, sob o comando do argentino Gustavo Alfaro, conta com jogadores de destaque no futebol brasileiro, como Gustavo Gómez e Matías Villasanti, o que coloca a equipe como um rival respeitável.
A Austrália, também presente no Grupo D, chega à copa com remanescentes que participaram das oitavas de final em 2022, incluindo o goleiro Mathew Ryan. O técnico Tony Popovic poderá contar com a experiência desses atletas para superar os desafios que a competição apresenta.
Por sua vez, a Turquia, que superou a repescagem europeia, busca uma performance impressionante em sua terceira participação na Copa do Mundo. Sob a direção do ex-jogador Vincenzo Montella, a seleção turca possui jovens talentos como Arda Güler e Kenan Yıldız, além de jogadores experientes como Hakan Çalhanoğlu, do Inter de Milão, prometendo um enredo atraente ao longo do torneio.
Com diversas histórias e talentos em campo, o Grupo D tem tudo para oferecer uma das disputas mais emocionantes da Copa do Mundo de 2026, atraindo tanto torcedores locais quanto internacionais.





