Um dos pontos de atenção para o time brasileiro é a presença da lendária meio-campista Marta, que é dúvida para o duelo. Após ser poupada de treinos durante a semana devido a um desconforto na parte posterior da coxa, Marta participou do último treino na sexta-feira (5). O técnico Arthur Elias expressou otimismo com a recuperação da jogadora: “A princípio, eu a senti muito bem no treinamento. Achei que ela mostrou um bom nível, mas o tempo é curto”, disse Elias, ressaltando que aguardará a avaliação médica antes de decidir pela escalação da capitã.
Marta não joga pela seleção desde agosto de 2022, quando contribuiu para a conquista da Copa América no Equador, sendo decisiva na final contra a Colômbia. O retorno de outra jogadora importante é o da zagueira Rafaelle, que foi fundamental na conquista da medalha de prata nas Olimpíadas de Paris e está entre as nove jogadoras que voltam à seleção após essa competição.
Historicamente, Brasil e Estados Unidos se enfrentaram 43 vezes, com as norte-americanas conquistando 39 vitórias e a seleção brasileira apenas quatro. Desde que Arthur Elias assumiu a equipe, foram quatro encontros, com os EUA se saindo vitoriosos em competições oficiais, mas o Brasil quebrou um longo jejum com uma vitória amistosa de virada em solo americano.
A capitã Angelina, ciente da rivalidade entre as equipes, acredita que jogar em casa pode ser uma vantagem. “Os Estados Unidos têm um grande histórico, mas queremos mudar isso. Nosso último triunfo lá foi um passo importante, e sabemos que jogar aqui, com nosso estádio lotado, será um grande desafio para elas”, afirmou Angelina, destacando a motivação do time e o apoio que receberão de seus torcedores.
O embate promete ser uma batalha intensa, não apenas pelo resultado, mas também pela construção da confiança e identidade da equipe feminina brasileira à medida que se prepara para a Copa do Mundo de 2027.





