De acordo com a nova lei, o governo federal poderá estabelecer feriados nacionais nos dias em que a seleção brasileira jogar. Além disso, estados e municípios que sediarão as partidas têm a permissão de declarar feriado ou ponto facultativo nos dias de jogos em suas localidades. Com isso, espera-se um grande incremento no incentivo à participação dos cidadãos, tanto nas arquibancadas dos estádios quanto nas celebrações em suas comunidades.
Os jogos acontecerão em algumas das mais icônicas praças esportivas do Brasil, incluindo o Estádio Mineirão em Belo Horizonte, o Estádio Nacional em Brasília, a Arena Castelão em Fortaleza, o Estádio Beira-Rio em Porto Alegre, a Arena de Pernambuco no Recife, o famoso Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, a Arena Fonte Nova em Salvador e a Arena Itaquera em São Paulo. A escolha dessas cidades reflete a diversidade e a ampla infraestrutura do Brasil para receber um evento de tal magnitude.
A Copa do Mundo contará com a participação de 32 seleções, embora este número seja 16 inferior ao torneio masculino. As equipes serão divididas em oito grupos na fase inicial, com um total de 64 jogos programados. A presença do Brasil como país-sede garante uma vaga automática na competição, aumentando as expectativas em torno do desempenho da seleção.
Em resumo, a lei não só promove a inclusão do futebol feminino no Brasil, mas também envolve aspectos sociais e culturais, convidando a população a celebrar e apoiar suas jogadoras em um evento que promete deixar um legado duradouro para o esporte no país. Essa abordagem abrangente vislumbra um cenário onde o futebol feminino é fortalecido e a paixão pelo esporte é amplificada em todas as esferas da sociedade brasileira.
