A declaração do ministro surge após uma reunião realizada na quinta-feira (13) no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo representantes do Distrito Federal, da União, do BRB, do sistema financeiro e do Ministério Público, com o objetivo de encontrar uma saída financeira para a crise no BRB.
Apesar de não ter responsabilidade direta sobre o passivo do BRB, Durigan ressaltou que o governo federal tem participado ativamente das negociações, trabalhando em conjunto com os bancos e o governo do DF para buscar alternativas viáveis. Ele enfatizou que todas as demandas feitas têm sido atendidas em meio às reuniões coordenadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Advocacia-Geral da União (AGU).
O objetivo do governo é estruturar um modelo alternativo que ofereça garantias mais seguras às instituições privadas envolvidas, uma vez que não é viável a concessão direta de aval da União. Durigan afirmou que já foram discutidas maneiras de estender essas garantias com maior segurança para os bancos privados, visando evitar um colapso financeiro no BRB.
Diante do cenário complexo, o ministro enfatizou a importância do diálogo e da colaboração entre todas as partes envolvidas para encontrar uma solução eficaz e justa para a crise no Banco de Brasília.
