Neste ciclo, são contemplados os segurados que recebem até um salário mínimo, que, em 2026, foi estabelecido em R$ 1.621. Aqueles que têm um benefício superior a esse valor começarão a ver os depósitos em suas contas a partir de 1° de junho. As datas de pagamento variam conforme o último dígito do número do cartão de benefício, facilitando a organização e a previsibilidade para os segurados.
Estima-se que, nesta fase de antecipação, cerca de R$ 39 bilhões serão injetados na economia, seguindo a injeção anterior realizada entre abril e maio. Combinadas, ambas as parcelas totalizam um investimento de R$ 78 bilhões, o que representa um impulso significativo para a movimentação do comércio e a assistência às famílias que dependem desses recursos.
O direito ao 13° salário para os segurados do INSS abrange uma ampla gama de benefícios, incluindo aposentadorias, pensões por morte, auxílios por incapacidade temporária, entre outros. De acordo com dados recentes, 23,3 milhões de beneficiários, equivalendo a cerca de 66,2% do total, recebem até um salário mínimo. Já os demais 11,9 milhões de beneficiários pertencem a faixas acima desse piso, com aproximadamente 13,7 mil recebendo o teto máximo da Previdência, atualmente definido em R$ 8.475,55.
Em termos de cronograma, os pagamentos para os que ganham até um salário mínimo serão feitos conforme o seguinte calendário: 25 de maio para final 1, 26 para final 2, e assim por diante, até 8 de junho, que marca o pagamento para o final 0. Para aqueles com benefícios superiores, os pagamentos ocorrerão em 1° e 6 de junho, começando nesta mesma data e continuando até 8 de junho.
Cabe ressaltar que beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia não têm direito ao 13° salário, pois esses programas são voltados a garantir assistências específicas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.
A antecipação do 13° salário é uma prática estabelecida que visa estimular a economia local em períodos onde a circulação de recursos é essencial. Esta medida, autorizada pelo governo federal no final de março, representa a continuidade de uma política que já se mostrou benéfica nos últimos anos, promovendo um aumento na liquidez financeira de trabalhadores aposentados e pensionistas, além de contribuir para a dinâmica econômica dos municípios.





