Na região metropolitana do Rio, a redução do GNV será de 6,3%, enquanto nas demais áreas do estado a queda será Levemente superior, atingindo 6,4%. Essa mudança beneficiará cerca de 1,5 milhão de motoristas que utilizam gás como combustível, proporcionando uma alternativa mais acessível para a mobilidade urbana.
Além disso, os consumidores de gás residencial verão uma diminuição de 1,63% nos preços na capital e de 2,8% nas demais regiões. A indústria também está sendo contemplada com uma queda nos preços, que será de 5,12% na capital e nas áreas adjacentes, e de 5,3% nas regiões mais distantes.
Essas alterações nos valores, calculadas pela Naturgy, receberam a aprovação da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) em reunião realizada na última quarta-feira. Para a Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar, a redução é vista como um “importante estímulo à retomada do consumo de gás natural”, o que poderá fortalecer tanto o mercado quanto melhorar a acessibilidade para a população em termos de transporte.
O Rio de Janeiro se destaca como o principal mercado de GNV no Brasil, sendo responsável por uma fatia significativa da produção nacional. Em 2025, o estado concentrava impressionantes 76,90% da produção total de gás natural do país, uma situação beneficiada pela presença das maiores bacias de gás e pela concessão de incentivos como descontos no IPVA para motoristas que optam pelo gás.
A política de aumento da produção tem sido uma prioridade para a atual gestão da Petrobras, com a presidente Magda Chambriard afirmando que a ampliação da oferta de gás é o caminho para a diminuição dos preços. Ao longo de sua gestão, a companhia aumentou significativamente a quantidade de gás disponível no mercado, reforçando a crença de que a elevação da produção é a melhor estratégia para garantir preços mais justos para os consumidores.





