O início do jogo viu a Chapecoense tentando pressionar o Cruzeiro, mas rapidamente a equipe da casa tomou conta das ações. O Cruzeiro, com uma postura mais ofensiva, pressionou o gol do goleiro Anderson, resultando em um pênalti após falta cometida sobre Matheus Pereira aos 26 minutos. O atacante Kaio Jorge foi responsável pela cobrança e, com um chute preciso no ângulo esquerdo, fez o primeiro gol da partida. Motivados pelo sucesso, os comandados de Artur Jorge quase ampliaram a vantagem logo em seguida, mas um gol foi anulado pelo VAR por falta anterior na jogada.
Na segunda etapa, a Chapecoense tentou reagir mais uma vez nos primeiros minutos. No entanto, foi o Cruzeiro que ampliou sua vantagem aos 27 minutos, com um gol de Sinisterra, que recebeu um belo passe de Kaio Jorge e finalizou com categoria. Apesar da sensação de conforto durante a partida, os donos da casa sofreram um revés quando João Paulo, em uma cobrança de cabeça, fez com que a Chapecoense chegasse a um gol importante aos 36 minutos, reacendendo as esperanças da equipe visitante.
Nos minutos finais, a pressão da Chapecoense aumentou. Um gol de Bolasie chegou a ser marcado, mas foi anulado por impedimento. Para complicar ainda mais a situação, um pênalti foi inicialmente marcado para a Chapecoense, mas após revisão no VAR, o árbitro decidiu anular a decisão. A tensão tomou conta do estádio, mas o Cruzeiro conseguiu manter a vantagem e assegurou a vitória, que foi crucial para suas aspirações na competição.
Este jogo não apenas ilustra a resiliência do Cruzeiro, mas também destaca os desafios crescentes enfrentados pela Chapecoense, que luta para sair da zona de rebaixamento em um campeonato extremamente competitivo.





