A amamentação é considerada uma das formas mais importantes de proteger a saúde do bebê e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Entretanto, é comum que dúvidas e informações incorretas gerem insegurança nesse período. A Coordenação-Geral de Atenção à Saúde das Crianças, Adolescentes e Jovens da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps/MS) tem orientado sobre várias questões relevantes.
Por exemplo, é verdade que é normal o bebê querer mamar várias vezes ao dia. A recomendação é oferecer o peito em livre demanda, respeitando o ritmo de cada criança. Outra informação importante é que o leite materno não perde seus benefícios após os seis meses de vida do bebê. Pelo contrário, continua sendo uma importante fonte de nutrientes e fatores de proteção, devendo ser complementado com uma alimentação adequada e saudável.
Além disso, é fundamental destacar que a produção de leite depende do esvaziamento das mamas, ou seja, quanto mais o bebê mama, mais leite é produzido. E não é verdade que o tamanho das mamas determine a quantidade de leite produzida. Toda mulher saudável que produz leite além da necessidade do próprio bebê pode se tornar doadora de leite materno, contribuindo para ajudar outras crianças.
Por fim, é importante ressaltar que o estresse não faz o leite secar, mas pode dificultar sua saída. O apoio da família, o descanso e a continuidade da amamentação são fundamentais para superar as dificuldades desse período. A amamentação é um ato de amor e cuidado que traz inúmeros benefícios para a criança e para a mãe, fortalecendo os laços familiares e contribuindo para a saúde de todos.



