Esse crescimento significativo nas entradas de investimentos reflete uma tendência global de ascensão nos fluxos de IDE, que aumentaram 15% em relação ao ano anterior, totalizando impressionantes US$ 1,66 trilhão. Os Estados Unidos continuam a liderar essa corrida, acumulando US$ 288 bilhões em investimentos, seguidos de perto pela China, com US$ 80 bilhões, enquanto o Brasil segue em sua trajetória ascendente.
Um ponto que se destaca no relatório é a capacidade do Brasil de atrair investimentos greenfield, que são aqueles destinados a novos projetos construídos do zero. Embora os países emergentes, em geral, tenham enfrentado uma queda de 24% nesses mesmos investimentos em 2025, o Brasil sobressaiu-se ao garantir US$ 40 bilhões para um inovador projeto de datacenter de inteligência artificial, que será movimentado por energia eólica. Esse projeto não apenas enfatiza a atratividade do Brasil como um polo de inovação, mas também sua liderança em iniciativas sustentáveis.
Além disso, o setor de inteligência artificial tem se mostrado um impulsionador crucial para os investimentos globais. O relatório menciona o anúncio de US$ 43 bilhões para a construção do maior centro de dados de IA da Europa, na França, e uma série de projetos nos Estados Unidos que somam US$ 100 bilhões, com foco em fabricação avançada de semicondutores e na robustez da cadeia de suprimentos de IA.
Assim, fica evidente que o Brasil não só ocupa um lugar de destaque no cenário global de investimentos, mas também se posiciona como um hub estratégico para projetos inovadores e sustentáveis, prometendo um futuro promissor para a economia nacional.
