A Coordenação adotou diversas estratégias, como a inclusão de Maria Clara no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas e a produção de simulações de progressão de idade. Além disso, parcerias com organizações como a ONG “Mães da Sé” têm garantido ampla divulgação do caso em diversas mídias.
Em 2025, 34 crianças desapareceram em Alagoas, todas localizadas com sucesso. Em 2026, até abril, 15 casos foram registrados e solucionados. A maior parte desses desaparecimentos ocorre quando as crianças saem do domicílio familiar ou fogem de abrigos, ao contrário de casos de tráfico ou sequestro verificados em outros estados.
Ronilson Medeiros reitera a importância de medidas preventivas, como a emissão de documentos de identidade para crianças, para auxiliar na rápida localização em caso de desaparecimento. Os pais também devem permanecer atentos ao comportamento dos filhos e orientá-los sobre condutas seguras.
As autoridades alertam que desaparecimentos devem ser comunicados imediatamente. A delegada Bárbara Arraes reforça a importância do rápido registro de boletins de ocorrência, desmistificando a ideia de que é necessário aguardar 24 horas.
O Dia Internacional da Criança Desaparecida busca conscientizar a população sobre esses casos e promover a proteção infantil como uma responsabilidade coletiva. A data lembra o caso de Ethan Patz, cujo desaparecimento nos anos 70 desencadeou uma série de políticas de proteção infantil.
