Segundo Najafi, o fortalecimento das diretrizes que protegem as instalações nucleares é essencial para garantir a inviolabilidade das atividades nucleares pacíficas. Ele sugere que medidas internacionais possam ser necessárias para consolidar essas proteções, uma vez que os ataques a essas estruturas representam uma clara violação das leis internacionais. Essa postura fortalece a ideia de que a segurança nuclear não deve ser apenas uma preocupação de individualidades nacionais, mas uma responsabilidade coletiva e global.
O apelo para uma abordagem mais rigorosa vem em um momento em que a tensão no Oriente Médio continua a aumentar. Em 28 de fevereiro, ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel atingiram alvos no Irã, gerando danos significativos e deixando civis feridos em Teerã. Em resposta, o Irã retaliou alvejando território israelense e instalações militares americanas na região, intensificando ainda mais as hostilidades.
Esses eventos destacam a fragilidade da segurança em torno das instalações nucleares, que podem facilmente se tornar alvos em conflitos armados. Portanto, o pedido de Najafi para a AIEA reforçar a sua postura contra a violência é um alerta sobre as consequências potenciais de tais hostilidades. O que está em jogo não é apenas a integridade de infraestruturas nucleares, mas também a proteção da paz e da segurança internacional, que podem ser ameaçadas por ações irresponsáveis em um cenário global cada vez mais volátil.





