Zema enfatizou a importância de uma abordagem mais robusta e duradoura para resolver o dilema das tarifas, que, segundo ele, deveriam ser tratadas como uma questão fundamental da política de comércio exterior do Brasil, competência do Itamaraty. Durante sua conversa com os jornalistas, o ex-mandatário ressaltou que “prorrogar é um paliativo que não traz a solução do que precisamos”, instando por ações concretas para enfrentar o problema das tarifas.
Por outro lado, o senador Flávio, após sua participação em uma audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, manifestou, em uma transmissão ao vivo, sua frustração com a ausência de outros pré-candidatos à presidência no evento. Ele questionou onde estavam os líderes da oposição, afirmando que a crítica à sua atuação era mais fácil do que se comprometer a lutar pelos interesses brasileiros nas esferas internacionais. “Estou aqui defendendo o meu país e vou continuar fazendo isso”, declarou Flávio, sublinhando seu papel ativo na busca de soluções para o Brasil.
Em resposta às observações do senador, Zema afirmou que não tinha sido convidado para a audiência em Washington e que não estava ciente do evento, reforçando sua posição de que ações concretas e um diálogo mais amplo são necessários para lidar com as complexidades do comércio internacional. Sua reação ocorreu durante um encontro na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em Brasília, onde abordou a necessidade de uma união em torno do tema, independentemente das diferenças políticas que possam existir.
