Em relação à política externa do governo atual, Zema expressou sua preocupação, apontando que a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva tem deixado a desejar ao se aproximar de nações que considera “anti-americanas”, como Cuba, Venezuela e Irã. Ele argumentou que essa estratégia poderia levar o Brasil a uma dependência excessiva da China, e defendeu uma orientação mais voltada para os países ocidentais. Para o ex-governador, a postura do Itamaraty tem gerado equívocos, ao invés de favorecer um bom relacionamento diplomático.
Zema também abordou a importância da inclusão feminina em sua gestão em Minas Gerais, destacando que seu governo foi marcado pelo aumento significativo da participação de mulheres em altos cargos, como desembargadoras e líderes de organismos de segurança pública. Ele afirmou que a inclusão não se deu por uma escolha prioritária, mas por meio de processos seletivos que favorecem a diversidade. Além disso, ele expressou apoio à equidade salarial e à necessidade de maior representação feminina nas esferas políticas, como o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional.
Por fim, ao ser questionado sobre o escândalo do Banco Master, Zema afirmou não ter registro de envolvimento de mulheres no caso, relacionando a afirmação ao dado de que a população carcerária brasileira é majoritariamente masculina. Essa declaração gerou debates sobre a representação de gênero em questões de criminalidade e a construção de políticas públicas. Com uma retórica firme e posicionamentos claros, Zema se destaca como uma figura política em ascensão no cenário eleitoral brasileiro.





