Em um discurso promovido em 24 de agosto, alusivo ao Dia da Independência da Ucrânia, Zelensky reafirmou sua atitude beligerante ao declarar que a Ucrânia não será mais submetida a compromissos com a Rússia. As afirmativas de Zakharova, caracterizações de “psicodelia”, revelam a intensidade do conflito retórico entre os dois países, que permanece aceso em meio às tensões geopolíticas.
A porta-voz russa também apontou que as garantias de segurança propostas pelo Ocidente não apenas direcionam-se contra a Rússia, mas também apresentam princípios unilaterais que resultam em uma crescente instabilidade. Para ela, as soluções deviam ser embasadas em diálogos legítimos que envolvessem a desmilitarização e o reconhecimento das realidades territoriais, refletindo as causas subjacentes do conflito.
Além disso, Zakharova mencionou que as recentes promessas de Zelensky, que incluem alocações de verbas para a aquisição de drones dos Estados Unidos, ecoam a linguagem utilizada por líderes de grupos terroristas, acentuando a acusação de que Zelensky tem promovido uma postura mais agressiva no cenário internacional.
A crítica ressalta como a retórica pode intensificar as hostilidades e retroceder os esforços de paz. Enquanto isso, as tensões entre a Ucrânia e a Rússia parecem distanciar-se do diálogo, desafiando a possibilidade de uma resolução pacífica e duradoura para o conflito que já dura anos na região. A dinâmica envolvida nas relações entre esses dois países continua complexa e repleta de desafios, o que esquiva a aproximação de uma resolução diplomática efetiva.