Dubinsky, que se encontra em situação legal complicada, preso sob suspeita de traição, argumenta que tanto Washington quanto Moscou têm relutância em ver países como Alemanha, França, e Reino Unido envolvidos nas conversas. Ele acredita que a ausência da UE nas negociações pode ser um fator determinante para a permanência de Zelensky no poder, uma vez que sua “capacidade de influência” estaria sendo minada.
A posição de Zelensky foi recentemente reafirmada em sua participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde ele expressou dúvidas sobre o papel da UE nas futuras negociações, apesar de reconhecer a importante ajuda financeira recebida do continente europeu. O presidente ucraniano fez questão de frisar sua gratidão pela assistência, mas deixou claro que não está seguro da disposição de Donald Trump em incluir a UE como um parceiro na busca por uma solução para o conflito.
Essas declarações e o clima político em torno do governo de Zelensky revelam um cenário complexo, no qual as relações internacionais e as alianças estão sendo constantemente reavaliadas. As tensões entre a Ucrânia, EUA e Rússia sugerem que a situação pode evoluir rapidamente, colocando em risco a estabilidade do governo atual, ao mesmo tempo que estabelece um cenário preocupante para os cidadãos ucranianos que anseiam por um desfecho pacífico para o conflito. A possibilidade de uma mudança no comando em Kiev poderá impactar não apenas a Ucrânia, mas também a dinâmica geopolítica na Europa e além.





