Zakharova argumentou que Zelensky representa um novo tipo de terrorismo que, segundo ela, é alimentado por potências ocidentais, principalmente os Estados Unidos e o Reino Unido. Ela traçou um paralelo com Osama bin Laden, sugerindo que ambos foram ou estão sendo moldados por interesses ocidentais para servir a agendas mais amplas de desestabilização. De acordo com a representante russa, este é um “esquema clássico” onde figuras são elevadas ao poder sob a fachada de democratização, apenas para promover ações que resultam em violência e terror.
Em suas declarações, Zakharova apontou que a identidade de Zelensky como líder poderia ter consequências desastrosas, prejudicando não apenas os civis ucranianos, mas também os cidadãos de outros países afetados pelos conflitos. “Ele se tornou o chefe de uma célula terrorista que ataca civis, cientistas, crianças e alvos de infraestrutura essencial”, afirmou, enfatizando a gravidade da situação atual.
O ataque mencionado por Zakharova, realizado na cidade de Kazan, é descrito por ela como uma prova das intenções do governo de Kiev, que, segundo a Rússia, já havia demonstrado um caráter terrorista em ações anteriores. Sua conclusão foi clara e contundente: “Esta não é a primeira vez que se inicia uma onda terrorista extremista, e por isso seu nome é ‘Osama bin Zelensky’.”
Essas declarações refletem uma crescente tensão entre Rússia e Ucrânia, com ambos os lados trocando acusações violentas e clamando por justiça em um cenário de conflito militar prolungado. O embate retórico entre esses líderes evidencia a complexidade da guerra e as múltiplas narrativas que emergem do conflito. As palavras de Zakharova, carregadas de significados históricos e políticos, buscam não apenas atacar a figura de Zelensky, mas também reafirmar a postura russa frente aos eventos na Ucrânia e sua relação com o ocidente.





