De acordo com o secretário municipal de Ordem Pública, a escolha dos locais foi embasada em estudos de inteligência que identificaram pontos e horários com maior incidência de crimes, conhecidos como “manchas criminais”. Ele ressaltou que o efetivo não permanecerá por longos períodos nos mesmos locais, enfatizando a importância da metodologia empregada.
“Contamos com 12 polígonos de segurança, e a movimentação das equipes é planejada considerando as manchas de criminalidade. O intuito é proporcionar uma segurança efetiva sem manter os mesmos agentes em um único ponto continuamente. A Barra da Tijuca, sendo um polo econômico e de entretenimento, justifica essas mudanças”, afirmou o secretário.
Os agentes estão equipados com câmeras corporais, dispositivos de gerenciamento operacional, pistolas, gás de pimenta e armas de choque. Todo o deslocamento das equipes será monitorado em tempo real. Um sistema especial emitirá alertas caso um agente se mantenha fora da rota estabelecida por mais de 15 minutos, garantindo supervisão contínua.
Desde o início da operação, em junho, a Força Municipal já abordou cerca de 7 mil pessoas e registrou mais de 800 prisões, que incluem 18 mandados de prisão relacionados a crimes graves. Além disso, ocorreram apreensões significativas de armas, réplicas de armas de fogo e objetos roubados, como celulares e motocicletas.
O prefeito em exercício também se pronunciou sobre os resultados obtidos, criticando a liberdade de suspeitos que foram presos durante as operações. Ele destacou que é inaceitável que criminosos retornem rapidamente às ruas, o que desestimula o trabalho policial. “Os cidadãos devem viver com tranquilidade, enquanto os criminosos devem sentir o peso da lei”, declarou.
A expansão das operações para a Barra da Tijuca representa um avanço na estratégia de implantação gradual da Força Municipal em várias regiões da cidade. A corporação já opera em áreas de grande movimento turístico, como Ipanema e Leblon. Além disso, as operações na região central incluem locais como a Rua Uruguaiana e a Central do Brasil, enquanto a zona Norte e Oeste também contam com bases em diversos bairros. Essa rede de atuação reflete um compromisso crescente da prefeitura em garantir a segurança e o bem-estar da população carioca.
Nota da Hapvida
A operadora manifesta profundo pesar pelo falecimento do paciente e se solidariza com seus familiares neste momento de dor.
O paciente permaneceu internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), antes e após o procedimento realizado, em razão de doença arterial avançada e de múltiplas comorbidades, recebendo assistência contínua das equipes médica, de enfermagem e multiprofissional.
O procedimento foi realizado e, apesar de todos os esforços empreendidos pela equipe assistente, o paciente veio a óbito na manhã deste sábado (04).
A operadora reforça que manteve contato permanente com a família ao longo de toda a internação, prestando acolhimento e informações sobre a evolução clínica do paciente. Também permanece à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários, reiterando seu compromisso com a transparência e a responsabilidade na condução do caso.





