No vídeo, o youtuber expôs nomes, fotos e perfis de redes sociais de ao menos oito estudantes que estavam presentes na manifestação, pedindo informações para processá-los e incentivando seus seguidores a colaborarem. Além disso, Wilker Leão debochou da reitora Rozana Naves, ironizando sua presença em um ato declaradamente de esquerda.
Diante das ações de Wilker Leão, o deputado Gabriel Magno (PT) acionou a Polícia Civil do Distrito Federal e a UnB, pedindo apuração do caso e adoção de medidas cabíveis. O deputado destacou que o youtuber já havia sido suspenso anteriormente por gravar aulas sem autorização e que, dessa vez, ele divulgou informações sensíveis de estudantes.
A UnB, em resposta aos acontecimentos, ainda não se manifestou sobre os novos fatos, mas reiterou que a gravação e a divulgação de conteúdos das aulas sem autorização do professor são proibidas, podendo configurar violação de direitos autorais. O Ministério da Educação afirmou que a decisão de afastar Wilker Leão de vez ou não é de responsabilidade da própria Universidade de Brasília.
Diante da repercussão do caso e das ações do youtuber, a comunidade acadêmica aguarda por desdobramentos e medidas concretas por parte da UnB e das autoridades competentes para lidar com a exposição indevida de alunos e a conduta inadequada de Wilker Leão.





