Contrapondo-se a essa tendência positiva, o Agibank foi a exceção notável do dia, registrando uma queda de 4,06%, com suas ações cotadas a US$ 7,09. O volume de ações negociadas foi de 801 mil papéis, o menor entre as setes empresas do setor em Wall Street, evidenciando a fragilidade do banco em relação aos seus concorrentes no mercado norte-americano.
O Banco Inter, com sede em Belo Horizonte, também apresentou desempenho positivo, com um crescimento de 1,34%, atingindo a marca de US$ 7,59 em um volume de 1,49 milhão de ações negociadas. O PagBank, do grupo UOL, acompanhou a tendência de alta, registrando um avanço de 1,62%, com suas ações comercializadas a US$ 10,02 e um valor de mercado de US$ 3,05 bilhões.
Dois outros nomes do setor, a Stone e o PicPay, também conseguiram uma recuperação significativa. A Stone, processadora de pagamentos, subiu 1,20%, fechando a US$ 10,98 no pico de sua negociação. O volume de ações negociadas foi de 7,50 milhões, um dos maiores do dia, após uma sequência de perdas. O PicPay, por sua vez, teve uma alta de 2,03%, com ações cotadas a US$ 12,09, seguindo uma tendência de recuperação após um início desafiador.
O otimismo generalizado do mercado impulsionou essas fintechs, refletindo em altas entre os principais índices de Wall Street. O Dow Jones avançou 1,62%, o S&P 500 subiu 1,02%, e a Nasdaq registrou um crescimento de 0,89%. Essa movimentação ocorreu apesar de dados econômicos que ficaram aquém das expectativas, como o crescimento do PIB dos EUA, que se estabeleceu em 2% para o primeiro trimestre, inferior à previsão de 2,3%. Mesmo com alertas do presidente do Federal Reserve sobre pressões inflacionárias e desemprego, o mercado pareceu estar otimista, olhando para um futuro promissor.







