Operação prende agente da SMTT e esposa em Maceió

Uma operação denominada de “Easy Money” foi desencadeada na capital alagoana durante a manhã desta terça-feira (10). A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Mato Grosso, que teve a parceria do Gaeco do MPAL e prendeu um agente da SMTT e sua esposa, acusados de estarem envolvidos no esquema.

De acordo com a investigação, a Organização criminosa usava os lucros de investidores e ações ilícitas para a lavagem de dinheiro, o que afetava diretamente na economia popular. Em Maceió, mandados de busca e apreensão foram emitidos para a vistoria na casa dos acusados.

Segundo o Gaeco, no Mato Grosso e em outros estados, 17 pessoas foram presas. Na capital, a ação foi supervisionada pelo chefe do Gaeco, o promotor de Justiça, Antônio Luiz dos Santos Filho, e pela promotora Martha Bueno. A operação ainda contou com o apoio dos agentes do Núcleo de Gestão da Informação (NGI) e da Polícia Militar, através do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran).

A ação foi denominada de “Easy Money” devido a sua tradução para o português, “Dinheiro Fácil”. Os acusados usavam da empresa King Investimentos para atrair investidores.

“Estamos nas ruas cumprindo o nosso papel e dando uma resposta ao crime organizado. O nosso Ministério Público, por meio do Gaeco, terá sempre prazer em atuar conjuntamente com colegas de outros estados no combate às ações criminosas e zelando pela legalidade, protegendo o cidadão de bem. A operação aqui foi um sucesso, cumprimos nosso papel junto com a polícia militar levando à prisão pessoas envolvidas com uma prática abominável e que fez muitas vítimas em todo o país”, detalha a promotora Martha Bueno.

Material aprendido

Na residência, do casal, no bairro da Serraria, a polícia apreendeu notebooks, tablet, documentos, aparelhos celulares, equipamento de comunicação, pen-drives, cadernos com anotações e uma caminhonete S10, de cor branca. No escritório, localizado no Empresarial Humberto Lobo, na Serraria foram apreendidas todas as CPUs. Segundo o preso, cinco pessoas prestavam serviço à sua empresa. Após as oitivas no Gaeco, o casal foi levado por policiais penais para o sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

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