
O guarda municipal que efetuou um disparo de arma de fogo durante uma manifestação em favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), neste domingo (1) em Palmeira dos Índios, teve sua prisão decretada durante a noite desta segunda-feira (2). A decisão foi divulgada pelo secretário de Segurança do Estado de Alagoas, Alfredo Gaspar de Mendonça, através das redes sociais.
Sobre o disparo de arma de fogo efetuado por um guarda municipal numa manifestação em Palmeira dos Índios, determinei a imediata prisão em flagrante do indivíduo.
— Alfredo Gaspar (@Alfredogaspar_) August 2, 2021
O caso aconteceu durante a tarde deste domingo durante uma carreata, organizada por apoiadores do presidente Bolsonaro, em favor do voto impresso. Durante o ato, o guarda municipal segurou a arma para fora do carro e efetuou o disparo apontando para cima.
A Prefeitura de Palmeira dos Índios foi quem informou que o homem era agente de segurança pública e que a Controladoria/ Corregedoria Municipal iria abrir um procedimento investigativo para avaliar a conduta do guarda municipal.
“A conduta do Guarda Municipal não está de acordo com a orientação que o Governo Municipal dá aos agentes da GCM e o ato foi classificado pelo prefeito Júlio Cezar como sendo ‘uma afronta à sociedade palmeirense” ‘, afirmou a Prefeitura através de uma nota oficial.
Assista o vídeo:
Confira nota da Prefeitura de Palmeira dos Índios:
“A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Controladoria/Corregedoria Municipal, informa que por determinação do prefeito Júlio Cezar abrirá um procedimento investigativo para apurar a conduta do agente de segurança, pertencente à Guarda Civil Municipal (GCM), durante uma manifestação política realizada neste domingo (1) em diversas ruas da cidade.
Vídeos que circulam com grande repercussão pelas redes sociais mostram o momento em que o agente aponta uma arma para cima, dispara em via pública e assustou os simpatizantes do movimento. A conduta do Guarda Municipal não está de acordo com a orientação que o Governo Municipal dá aos agentes da GCM e o ato foi classificado pelo prefeito Júlio Cezar como sendo “uma afronta à sociedade palmeirense”.







