Trump justificou sua ação argumentando que a FCPA cria condições desiguais para os empreendimentos americanos, impactando negativamente nas relações comerciais internacionais. Segundo ele, a legislação afasta potenciais parceiros de negócios dos Estados Unidos devido ao risco de investigações por corrupção.
A medida do presidente norte-americano foi vista com preocupação e gerou críticas por parte de especialistas e opositores políticos. O fato de limitar as investigações sobre empresas que praticam corrupção no exterior levanta questões éticas e morais sobre a postura do governo dos Estados Unidos em relação a práticas ilícitas.
Além disso, a decisão de suspender a aplicação da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior levanta dúvidas sobre a transparência e a responsabilidade das empresas americanas em suas operações internacionais. A ordem executiva de Trump também proíbe as autoridades federais de iniciarem novas investigações sob o ato ou impor novas ações por 180 dias, o que gera ainda mais controvérsias.
Essa não é a primeira vez que Trump tenta suspender a FCPA. Durante seu primeiro mandato, o presidente americano já havia manifestado interesse em acabar com essa legislação que visa combater a corrupção no âmbito das multinacionais. Resta saber como essa medida será recebida pela comunidade internacional e quais serão os impactos reais no cenário empresarial global.
