Trump e Putin concordam em encerrar conflito na Ucrânia após conversa telefônica produtiva sobre segurança e cooperação internacional.

Na última quarta-feira, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou em uma plataforma de mídia social que teve uma extensa conversa por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin. Em sua declaração, Trump destacou que ambos os líderes estão em sintonia sobre a urgência de pôr fim ao conflito na Ucrânia. A chamada, que durou cerca de uma hora e meia, abordou uma série de tópicos além da guerra na Ucrânia, incluindo a troca de prisioneiros entre os dois países, a situação no Oriente Médio, questões relacionadas à energia e à inteligência artificial.

Trump compartilhou que refletiu sobre a importância das Nações Unidas e a história compartilhada entre os países, lembrando a colaboração na Segunda Guerra Mundial, durante a qual tanto os EUA quanto a Rússia sofreram grandes perdas humanas. Ele reiterou que ele e Putin concordaram em “cessar as milhões de mortes que ocorrem na guerra Rússia/Ucrânia”. O ex-presidente também mencionou que o presidente russo utilizou o lema de sua campanha presidencial, “senso comum”, durante a conversa, enfatizando que ambos acreditam firmemente nos valores que esse conceito representa.

A confirmação oficial da conversa veio por meio do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que detalhou os vários assuntos discutidos durante a ligação. Ele ressaltou que Trump se comprometeu em garantir que todos os acordos já estabelecidos entre os dois países seriam cumpridos. Além disso, Peskov revelou que Putin estendeu um convite a Trump para uma visita a Moscou, com a intenção de aprofundar o diálogo entre os dois líderes.

Este episódio ocorre em um momento em que as relações entre Rússia e EUA estão em um estado de tensão, e a possibilidade de um entendimento mais amplo sobre questões globais é um tema de interesse internacional. A perspectiva de reuniões futuras sugere um interesse de ambas as partes em explorar caminhos que, se não resolverem os conflitos existentes, ao menos possam abrir espaço para diplomacia e entendimento mútuo.

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