O evento contou com a presença de apoiadores de Trump na Capital One Arena, onde o presidente assinou os primeiros decretos. Trump declarou que revogaria ações consideradas “destrutivas e radicais” de Biden. Ele também anunciou que concederia perdão a envolvidos no ataque ao Capitólio, após presenciar um desfile com a presença da primeira-dama Melania Trump.
Além disso, Trump anunciou medidas como a suspensão de ações executivas da era Biden, o congelamento de regulamentações, a exigência de retorno ao trabalho presencial dos funcionários federais, a saída dos EUA do Acordo de Paris e o fim da instrumentalização do governo contra adversários políticos da administração anterior.
O presidente também mencionou outras medidas esperadas, como o fechamento da fronteira para migrantes em busca de asilo, a possível declaração de emergência nacional na fronteira com o México e a designação de cartéis de drogas como “terroristas globais”. Trump pretende ainda estabelecer definições de sexo para trabalhadores federais e remover proteções para transgêneros em prisões federais e sob custódia dos EUA.
Essa enxurrada de decretos faz parte do esforço de Trump em reverter as políticas de Biden e cumprir suas promessas de campanha, como parar a “invasão” de imigrantes na fronteira, reduzir os custos de vida para os americanos e ampliar a produção de petróleo. O republicano também pretende afrouxar os limites de poluição e revogar regulamentações ambientais.
Portanto, Trump iniciou sua gestão com uma série de decisões que devem impactar significativamente a política interna e externa dos Estados Unidos nos próximos anos. Suas ações têm gerado polêmica e despertado críticas, mas o presidente se mantém firme em suas intenções de implementar uma agenda conservadora e nacionalista.





