Treze estatuetas de barro desenterradas em Pompeia desvendam mito de Cibelle e Átis, ligado à fertilidade da terra

Na cidade de Pompeia, localizada na Itália, pesquisadores realizaram uma descoberta surpreendente ao desenterrarem treze estatuetas de barro. As figuras, que têm entre 15 e 20 centímetros de altura, foram encontradas dentro de uma sala na casa de Leda e do Cisne, na Via do Vesúvio. A cidade de Pompeia foi destruída durante a erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C., e desde então tem sido alvo de inúmeras escavações arqueológicas que revelam cada vez mais sobre a vida na antiga cidade romana.

A descoberta das estatuetas ocorreu no último dia 11, durante uma escavação no sítio arqueológico de escavação e restauro. As figuras foram encontradas na posição vertical e sobre uma superfície horizontal, indicando que provavelmente estavam em um estante de mais de dois metros de altura. Além das estatuetas, o ambiente também contava com decorações na parte superior das paredes.

Desde os primeiros estudos, os pesquisadores acreditam que as estatuetas estão ligadas ao mito de Cibelle e Átis, ao ciclo de vida das estações e à fertilidade da terra. Cibelle, conhecida como a Deusa mãe, era venerada como a senhora da natureza, símbolo dos ciclos vitais e naturais que contemplam o nascimento, a morte e a renovação da própria vida.

A importância dessa descoberta vai além do valor arqueológico, ela também contribui para o entendimento das práticas culturais e religiosas dos habitantes de Pompeia durante o Império Romano. As estatuetas de barro são mais uma peça do quebra-cabeça que é a história da cidade e sua população.

Enquanto isso, em outras partes do mundo, como no Ártico, opositor russo Alexei Navalny relata que está ‘bem’ após transferência para uma colônia penal. Já em Israel, a região de Gaza continua sendo bombardeada durante o Natal, causando tensões e preocupações em relação à segurança da população local.

A descoberta das estatuetas em Pompeia certamente será objeto de estudo e análise por parte de arqueólogos e historiadores, proporcionando novos insights sobre a vida e a cultura da antiga cidade romana.

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