Nesta segunda-feira, os bombeiros retornaram à cena da tragédia para avaliar o risco dos locais atingidos pela aeronave. Os corpos das vítimas foram retirados e encaminhados para exame de DNA em Porto Alegre, sem previsão de liberação para os familiares. Para preservar o local e evitar a aproximação de curiosos, serão colocados tapumes ao redor da área do acidente.
O trânsito na ERS-235, conhecida como Avenida das Hortênsias, que havia sido totalmente bloqueado após a queda do avião, agora está parcialmente liberado em pista simples nos dois sentidos. Ainda é possível observar os destroços e os danos causados pela queda da aeronave.
O avião, um PA-42-1000 da Piper Aircraft, pertencente ao empresário Luiz Claudio Salgueiro Galeazzi, de 61 anos, seguia do Aeroclube de Canela para Jundiaí (SP) quando colidiu com a chaminé de um prédio, o segundo andar de uma residência e, por fim, caiu em cima de uma loja de móveis em Gramado, explodindo ao tocar o solo. A fatalidade resultou na morte de todas as 10 pessoas a bordo, que pertenciam à mesma família, e deixou 17 feridos no solo com queimaduras e problemas respiratórios.
O impacto do acidente ainda está sendo investigado e a cidade de Gramado permanece em luto e consternação diante da tragédia que ceifou tantas vidas e deixou marcas indeléveis na comunidade local. As autoridades seguem trabalhando para esclarecer as circunstâncias que levaram à queda da aeronave e prestar assistência às famílias das vítimas nesse momento de profunda dor e choque.






