A proibição estende-se a qualquer tipo de identificação que caracterize a Máfia Azul, incluindo vestimentas, faixas, bandeiras e instrumentos musicais nos estádios e no entorno das partidas de futebol. Apesar da determinação, a torcida tem desrespeitado a proibição e continuado a comparecer aos estádios, tanto em Minas Gerais quanto em outras regiões do país.
No último episódio de violência, torcedores do Cruzeiro voltavam de uma partida contra o Athletico-PR em Curitiba, quando foram emboscados por palmeirenses na Rodovia Fernão Dias, em Mairiporã (SP). O confronto deixou 17 feridos e um cruzeirense, José Victor Miranda, de 30 anos, faleceu carbonizado. O trágico incidente ocorreu após o jogo entre Palmeiras e Fortaleza, que terminou em empate por 2 x 2 no Allianz Parque, em São Paulo, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.
É importante ressaltar a gravidade das consequências desses confrontos entre torcidas organizadas, que resultam não apenas em mortes e ferimentos, mas também na proibição de acesso aos estádios e na reputação negativa das agremiações envolvidas. A segurança nos eventos esportivos deve ser prioridade, e ações enérgicas devem ser tomadas para coibir a violência nessas ocasiões.





