O órgão de segurança mobilizou três viaturas para atender à ocorrência, que será registrada pela Polícia Civil. Além disso, a tempestade ocasionou apagões em diversos bairros, causando transtornos nas linhas de trens e Metrô. A empresa distribuidora de energia Enel acionou o plano de emergência e mobilizou equipes durante a noite e madrugada para restabelecer o fornecimento de energia nos locais afetados.
A situação de caos se estendeu por vários pontos da cidade, como os bairros do Morumbi, Pinheiros, Perdizes, Barra Funda, Bela Vista, Jardins e Campo Limpo, além das cidades da Grande São Paulo, como Diadema e Osasco, que também ficaram sem luz. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) emitiu um alerta sobre a iminência de alagamentos nos bairros da Penha, na zona leste, e Santo Amaro, na zona sul, colocando toda a cidade de São Paulo em estado de atenção.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) havia classificado o alerta como de “perigo”, prevendo chuvas intensas, ventos fortes e queda de granizo. A Defesa Civil do Estado relatou rajadas de vento em diversas regiões da cidade, incluindo a Vila Leopoldina, na zona oeste, onde os ventos atingiram 87,3 km/h. Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram a força do temporal e a ventania, evidenciando os estragos causados pela tempestade.
Em meio a tantos desastres naturais, a cidade também enfrentou sérios problemas de alagamento, especialmente na avenida Francisco Morato, no Butantã, e na avenida Jacu-Pêssego, na zona leste. Com relação à queda de árvores, foram registradas 14 ocorrências na capital e região metropolitana até o horário de 21h00. A noite foi marcada por caos e prejuízos, demonstrando a vulnerabilidade da cidade diante de eventos climáticos extremos.