Haddad, ex-ministro da Fazenda e ex-prefeito de São Paulo, é reconhecido como a principal oposição ao atual governador. Além deles, outros candidatos como o deputado federal Kim Kataguiri, do partido Missão, e o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra, do PSDB, aparecem atrás na corrida, ambos com apenas 5% das intenções de voto. Um fator relevante a ser considerado é que Kataguiri ainda não confirmou se deseja se candidatar ao governo ou se focará em sua reeleição como deputado federal.
Em uma avaliação para um possível segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o governador se destacaria ainda mais, com 49% dos votos, comparados aos 32% que Haddad conseguiria. Essa vantagem clara no cenário eleitoral reforça a ideia de que Tarcísio tem um caminho relativamente favorável rumo à sua tentativa de permanecer no cargo por mais quatro anos.
Por outro lado, a disputa pelo Senado também promete ser acirrada. A ex-ministra Simone Tebet, do PSB, lidera entre os pré-candidatos, possuindo 14% das intenções de voto. Em comparação, seus potenciais adversários Márcio França e Marina Silva, ambos com 12%, estão próximos dela nas pesquisas. O ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, aparece com 8%, enquanto o deputado Ricardo Salles ostenta 6%.
Essas pesquisas foram realizadas entre os dias 23 e 27 de abril, com uma amostra de 1.650 eleitores e uma margem de erro de dois pontos percentuais, estabelecendo uma taxa de confiança de 95%. O contexto atual em São Paulo aponta para um futuro eleitoral que promete ser dinâmico e interessante à medida que as campanhas se intensificam nas próximas semanas.







