A equipe multidisciplinar que conduziu este ambicioso projeto é composta por especialistas em diversas áreas, incluindo arqueologia, antropologia física, restauração, arqueobotânica e genética. Esta colaboração permitiu uma abordagem abrangente do estudo, que envolveu a abertura cuidadosa das tumbas, documentação criteriosa dos conteúdos, além da análise tanto dos restos humanos quanto dos objetos funerários que acompanhavam os sepultados. Após a investigação, os materiais encontrados passaram por um processo de restauração e foram novamente enterrados com respeito e dignidade.
Os resultados dessa pesquisa não apenas desvendam os métodos funerários da época, mas também oferecem uma nova visão sobre a vida comunitária no século XIV. As descobertas elucidam os costumes, rituais e relações sociais que moldavam a vivência das pessoas no período medieval. Esses detalhes, que vão desde as práticas de sepultamento até os artefatos encontrados, contribuem substancialmente para a compreensão do cotidiano dessa época, trazendo à tona aspectos que muitas vezes permanecem obscurecidos nas narrativas históricas.
Além disso, a investigação no Mosteiro de Pedralbes ressalta a importância dos estudos arqueológicos na reconstituição da história humana. As análises realizadas não só aprofundam nosso conhecimento sobre a cultura local, mas também despertam o interesse por como as tradições e práticas têm evoluído ao longo dos séculos. À medida que mais informações continuam a emergir, fica claro que cada descoberta representa um tijolo a mais na construção de um entendimento mais rico e completo do passado.





